MARCOS WERLANG

Marcos Werlang, também conhecido como Marcos Salware, Verlangue, Overlangue e Over.

“Em 1971, então com 17 anos de idade já fazia minhas artes (trilhas) no meio do mato do terreno baldio nos fundos da minha casa no Bairro do Portão.
Tinha uma Yamaha F5 de 50cc e tenebrosos 5 HP de potencia.

Em 1985 comprei uma Yamaha DT 180 branca de 5 marchas, freios a tambor e com 16,5 HP. Mas quem assumiu a moto, foi meu irmão Rubens.

Em 1986, com 32 anos de idade comecei a treinar com a moto nos terrenos vazios do bairro do Umbará.

Em 1987 participei do Torneio Curitibano de Enduro, composto por 4 provas. Na primeira etapa, com a moto emprestado do meu irmão, toda “cavocada”, aro de alumínio, escapamento Wac´s, e pneus GaraCross, cheguei em 13º. Lugar.

Depois deste resultado, comprei uma DT zero km, anos mais tarde comprei uma DT 180 com freio a disco e 6 marchas. Uma evolução.

Em 1988, ganhei minha primeira prova de um campeonato paranaense em Telemaco Borba.

Em 1990 eu já era Master e participava da Copa TCC, do Campeonato Paranaense e algumas provas em Santa Catarina.

Juntamente com o Ronaldo V.W.Bahls fizemos o experimental do primeiro Transparaná envolvendo Jipes e motos, com largada em Londrina e a chegada em Caiobá.

Em 1992 com uma Agrale Explorer 27.5 participei do Enduro dos Pioneiros com largada em Londrina e chegando em Curitiba.
Em novembro de 1992 com uma Yamaha DT 200 e suspensão a gás, sofri o meu pior acidente numa prova do campeonato paranaense em União da Vitória, não fosse o Cassius e muita força de vontade, não estaria aqui para contar esta história.

Em 1995 comprei uma Yamaha WR-200, motor 2T, quadro e suspensões de moto de cross.

Em 1997 comprei uma Suzuki DR 350 de enduro com balança de alumínio, esta moto tinha somente 113 Kg, fiquei com ela por 18 anos sem me dar nenhum tipo de problema.

Inaugurei todas as categorias Over 35, 40, 45, 50, 55 e 60.

Atualmente por falta de categorias condizentes com a minha idade, participo da Open 40.

Acredito ser o piloto em atividade em provas de enduro mais “experiente” (leia-se “idoso”) do Paraná, e talvez do Brasil.
Rumo aos 66, mas “vamo que vamo”… e dentro possível empurrando esta gurizada que acelera nas trilhas da região.

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